não da república, mas dos seus oficiais. O Maradona, não vale a pena linkar o bicho apaga o blog regularmente, respondeu muito bem a este post que todos os sistemas políticos têm os seus defeitos e virtudes. Faltou concluir que dos efeitos perniciosos dos primeiros e benéficos dos segundos depende muito dos mamíferos que calham ocupar a cadeira do poder no instante.
Não me choca o lamento do deputado contra um corte de 5% no salário, mas a completa falta de responsabilidade e sentido de dever que tem vindo a caracterizar quem tem o ceptro nesta 3ª encarnação da república. Sou obrigado a concordar com o Chesterton quando defende que a coroa só deve ser colocada na cabeça de quem está convicto não estar à altura das responsabilidades, ao invés de ser democraticamente oferecida a que se ilude com afirmações de certeza sobre o caminho para a salvação nacional.
Gosto muito deste Portugal Novo de que fala o Filipe: simples, sem pretensões e envergonhado. Neste novo Portugal não existem espaços políticos, apenas interesses devidamente hierarquizados tal qual uma sociedade feudal. Não teríamos telemóveis de última geração, mas almoços de domingo à sombra da parreira. Só que tal como o homónimo Estado Novo, está destinado a acabar. Existe algo na natureza humana, ou na alma lusa não sei, que é permanente fonte de inquietação e torna inviável qualquer tentiva para manter um estado das coisas em equilíbrio. O Portugal Novo é algo que eu aprecio bastante, enquanto estiver no seu cantinho utópico onde nasceu. No país endividado do século XXI, espero que quando o barco se afundar (os ratos já andam em fuga à muito mas são tantos) a coisa vá tranquila e sem fazer muito estrilho. Precisamos de novos começos calmos e lentos, nada de barulho e confusão.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Fermosa estrebaria II
O oásis ecológico urbano duas ruas mais ao lado de onde obro, com um custo de 16.6 €/mês. No outro lado da rua estavam pratos com comida e água em oferenda aos gatos vadios que habitavam no edifício em ruínas, que uma idosa religiosamente enchia diariamente. A utilização do pretérito prende-se com o facto do prédio agora se encontrar em restauro, tendo os gatos e a idosa abandonado o local no que se configura como um sério atentado à biodeversidade autóctone do local.
Fermosa estrebaria
O local de reprodução de pragas urbanas do lado oposto da rua onde obro, à taxa corrente de 16,6 €/mês.
Amanhã faz 100 anos
que do balcão da Câmara Municipal de Lisboa foi declarada a república. Os mamíferos, para utilizar uma das palavras mais frequentes no "God is not great" do Hitchens, que pululam neste vestuto edifício decidiram imputar-me a a soma de 200 euros para o esforço colectivo de conservação dos esgostos alfacinhas. Agradeço,antes de mais, a preocupação demonstrada pelas sanguessugas, para não utilizar outas expressões vernaculares frequentes nos comentários ao plano de austeridade do governo, em manter os canais que diariamente têm testemunhado a única obra que tenho até hoje regularmente produzido em quantidade, por regra entre as 9 e as 10 da matina.
Mas já que me chulam 200 aéreos, em expressão popular, para manter os canais subterrâneos desta fermosa estrabaria, alguém sabe onde encontro o livro do cavaleiro d'Oliveira ?, gostaria de chamar atenção para a parte sobterrânea desta cidade. As ruas de Lisboa, se são caracterizadas é pela acumulação de lixo e excreções por vezes caninas, outras vezes humanas, que nelas se verifica. E o que dizer do ecoponto sito no lado oposto da rua senão que é um verdadeiro santuário ecológico para espécies urbanas tão díspares, o que eu suei para utilizar esta palavra, como o são os ratos, as baratas e os pombos ? Um verdadeiro oásis urbano de pragas mantido a custo pela acumulação de lixo, todo ele reciclável é verdade, mas infelizmente recolhido apenas quando Marte está em conjução com Vénus e Júpiter no 4º quadrante.
Não me ocorre nada mais próprio para celebrar os 100 anos da república do que chamar a atenção a que do mesmo sítio onde esta foi proclamada, agora se cobram 16.6 €/mês em imposto aos munícipes por produzir a matéria que preenche as cabeças com gabinete na Praça do Município.
Mas já que me chulam 200 aéreos, em expressão popular, para manter os canais subterrâneos desta fermosa estrabaria, alguém sabe onde encontro o livro do cavaleiro d'Oliveira ?, gostaria de chamar atenção para a parte sobterrânea desta cidade. As ruas de Lisboa, se são caracterizadas é pela acumulação de lixo e excreções por vezes caninas, outras vezes humanas, que nelas se verifica. E o que dizer do ecoponto sito no lado oposto da rua senão que é um verdadeiro santuário ecológico para espécies urbanas tão díspares, o que eu suei para utilizar esta palavra, como o são os ratos, as baratas e os pombos ? Um verdadeiro oásis urbano de pragas mantido a custo pela acumulação de lixo, todo ele reciclável é verdade, mas infelizmente recolhido apenas quando Marte está em conjução com Vénus e Júpiter no 4º quadrante.
Não me ocorre nada mais próprio para celebrar os 100 anos da república do que chamar a atenção a que do mesmo sítio onde esta foi proclamada, agora se cobram 16.6 €/mês em imposto aos munícipes por produzir a matéria que preenche as cabeças com gabinete na Praça do Município.
Deviam imprimir esta entrevista e distribuir por todo o lado
Henrique Neto ao Publico, numa entrevista obrigatória de se ler
alguns tópicos:
"Penso que é um misto de falta de sentido de Estado, de ignorância, de voluntarismo e de teimosia e, porventura mais importante, de falta de convicção sobre o interesse geral a que muitos chamam patriotismo
As medidas propostas, sendo inevitáveis, dada a dimensão da dívida e a desconfiança criada pelo Governo junto dos credores internacionais, não tocam no essencial da gordura do aparelho do Estado e nos interesses da oligarquia dirigente. Mas o pior é que estas medidas, pela sua própria natureza, não são sustentáveis no futuro e não é expectável que, com este Governo, se consiga o crescimento sustentado da economia.
José Sócrates iludiu, durante cinco longos anos, todos os reais problemas da economia através de um optimismo bacoco e inconsciente.
Não o fez apenas por ignorância, mas para servir os interesses da oligarquia do regime, através da especulação fundiária e imobiliária, das parcerias público-privadas, dos concursos públicos a feitio, das revisões de preços e de uma miríade de empresas, institutos, fundos e serviços autónomos, além das empresas municipais. Regabofe pago com recurso ao crédito e sem nenhum respeito pelas gerações futuras.
Infelizmente, Portugal está na senda de escolher jovens primeiros-ministros que não sabem do que falam."
alguns tópicos:
"Penso que é um misto de falta de sentido de Estado, de ignorância, de voluntarismo e de teimosia e, porventura mais importante, de falta de convicção sobre o interesse geral a que muitos chamam patriotismo
As medidas propostas, sendo inevitáveis, dada a dimensão da dívida e a desconfiança criada pelo Governo junto dos credores internacionais, não tocam no essencial da gordura do aparelho do Estado e nos interesses da oligarquia dirigente. Mas o pior é que estas medidas, pela sua própria natureza, não são sustentáveis no futuro e não é expectável que, com este Governo, se consiga o crescimento sustentado da economia.
José Sócrates iludiu, durante cinco longos anos, todos os reais problemas da economia através de um optimismo bacoco e inconsciente.
Não o fez apenas por ignorância, mas para servir os interesses da oligarquia do regime, através da especulação fundiária e imobiliária, das parcerias público-privadas, dos concursos públicos a feitio, das revisões de preços e de uma miríade de empresas, institutos, fundos e serviços autónomos, além das empresas municipais. Regabofe pago com recurso ao crédito e sem nenhum respeito pelas gerações futuras.
Infelizmente, Portugal está na senda de escolher jovens primeiros-ministros que não sabem do que falam."
sábado, 2 de outubro de 2010
jangada de pedra
No meio do barulho da semana passou despercebida uma pequena notícia onde se referiu a existência de uma lacuna de mais de mil professores, sublinhando-se a falta de professores de espanhol. O facto, aparentemente de pequena importância, revela-se quando pensarmos que o desejo por docentes de espanhol reflecte uma das principais vias pelas quais o actual governo perspectiva desenvolver o país. Para além do plano tecnológico, lembre-se. Sintetizando, pretende-se apanhar boleia dos espanhóis no seu glorioso caminho para o sucesso económico. E. ao contrário do plano tecnológico, o projecto parece já estar a dar frutos. Ora vejamos. Aproximamo-nos, a grande velocidade, de um grande desenvolvimento da taxa de desemprego do país vizinho; podemos sempre estimular o nosso empreendorismo criando empresas, à base dos já clássicos autocarros, para conduzir espanhóis do Poceirão a Lisboa; podemos tentar ir jogar para o Real Madrid (objectivo difícil, mas têm tantos jogadores que nao jogam nada, mais um menos um); podemos, e este parece-me ser o melhor objectivo, ainda por cima sublinarmente pensado pelo "socras", fazer uma jangada de pedra que nos leve até Cuba. Sim Cuba, pobres por pobres mais vale fazê-lo em estilo, com modo de vida vintage e com cancros de pulmão arranjados em charutos maravilhosos. ah, e rum e cubanas para nos animar muito mais falando muito menos que a corja de comentadores que assaltam a nossa sanidade diariamente em todo o lado, até no WC os ouço, mas aí sem distorção.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Ah pois é
"Da próxima vez que um dos meus conhecidos novos situacionistas manifestar a habitual incompreensão pelo facto dum político como Salazar ter governado os portugueses durante 40 anos, lembrar que José Sócrates já governa os portugueses há mais de 5 anos.". Impertinências
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Ontem ia tendo um susto
ao ligar a televisão e ver o primeiro-ministro a anunciar cortes na despesa e aumentos nos impostos. O mais correcto é dizer prometer cortes na despesa e garantir aumentos dos impostos. Questões de português à parte, a aparição só peca por tardia. A blogoesfera salivou tal qual os canitos do Pavlov, salvo uma ou outra excepção. Tudo normal, portanto. Tenho cá para mim que o mais tardar em Novembro vão ser feitos mais anúncios, e qual sistema linear e invariante no tempo de primeira ordem, vamos assistar a mais caninas reacções da blogoesfera. Vai nos salvando o youtube. You're getting to be a habit with me senhor primeiro-ministro:
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Um pequeno mas relevante esclarecimento
Antes do almoço, e verdade seja dita depois também, eu não estava preocupado com os tachos, as remunerações, as reformas vitalícias por 3 meses de trabalho (ó Alegre, estás a ouvir ?) que pululam, linda palvra, sonora palavra, dizia eu que pululam pela classe política. Este tipo de prebendas é erva daninha da pior, daquela que nem com 605 forte se consegue extirpar.
Estava, e continuo mesmo depois do jantar, preocupado com a falta de noção das obrigações que os eleitos têm para com os eleitores e, mais que isso, com as obrigações próprias das funções para que são eleitos. Fico com a sensação que exactamente no Portugal republicano existe uma classe que se julga acima das demais. Uma espécie de aristocracia republicana. O problema é que a antiga, percebia-se como é que se lhá chegava, calhava no berço. Esta, a republicana ninguém sabe como se obtêm, mas pelos exemplos parece que é corrompendo aquilo que se convencionou chamar a ética republicana.
Estava, e continuo mesmo depois do jantar, preocupado com a falta de noção das obrigações que os eleitos têm para com os eleitores e, mais que isso, com as obrigações próprias das funções para que são eleitos. Fico com a sensação que exactamente no Portugal republicano existe uma classe que se julga acima das demais. Uma espécie de aristocracia republicana. O problema é que a antiga, percebia-se como é que se lhá chegava, calhava no berço. Esta, a republicana ninguém sabe como se obtêm, mas pelos exemplos parece que é corrompendo aquilo que se convencionou chamar a ética republicana.
Era uma vez um país
onde as farmácias gozavam de um monopólio alimentado pelo Estado. Certo dia, o Estado acossado pelos credores, começa a cortar timidamente na ração das farmácias. Levanta-se o animal em protesto, grunhe que vai começar a cobrar os pacientes por dá cá aquela palha(*). Se o Estado continuar perseguido pelo cobrador do fraque, as farmácias arriscam a experimentar os doces desígnios do mercado livre. Já a minha avó dizia, ovelha que berra é bocada que perde.
(*) Escutei hoje de manhã na TVI que as farmácias querem cobrar por aconselhar os clientes nos cremes que compram, na ajuda a ler os resultados das análises, etc. Eu gostava de entender com que cara um farmacêutico hoje mede o colesterol à Sra. Adozinda de graça, mas amanhã já lhe pede uns trocados em troca.
(*) Escutei hoje de manhã na TVI que as farmácias querem cobrar por aconselhar os clientes nos cremes que compram, na ajuda a ler os resultados das análises, etc. Eu gostava de entender com que cara um farmacêutico hoje mede o colesterol à Sra. Adozinda de graça, mas amanhã já lhe pede uns trocados em troca.
Vou ser curto para não estragar o almoço
Tudo bem, aperte-se a canga. Mas será que quem nos últimos 30 anos esteve no poder, são os mesmos de sempre, não tem a humildade de notar que também tem responsabilidades ? Os representantes eleitos, que decidem entre eles as benesses com que o Estado os deve presentear, não têm uma ponta de vergonha ? É realmente mais fácil a esta gentinha montar o circo da OCDE ao invés de anunciar as medidas duras que o momento impõe ?
Daqui a pouco vou almoçar
mas enquanto espero que o maralhal se despache, gostava de relembrar o circo que foi ontem o relatório da OCDE. Tenho a mais perfeita certeza que vamos ter que pagar o regabofe das últimas décadas, contandas a partir do cavaquismo até hoje. E por isso sim, aumentem-se os impostos, diminuam-se as deduções fiscais, humilhem-se os mais desfavorecidos que afinal devem ter sido quem botou no PS sem D. É a vida, diria uma personagem do século passado.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Agora que isto anda animado graças ao alf e à menina limão
deixo aqui o treinador que o Madail não encontrou
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Parece que as editoras servem para vender livros
Ouvi hoje de manhã, enquanto fazias as minhas abluções matinais, que "o Carrilho foi despedido do lugar de embaixador na ONU por causa do seu mais recente livro", afirma imparcialmente da editora do marido da Bárbara Guimarães.
Os jornais e as revistas, esses, parecem um mecanismo de distribuir roupa de praia, serviços de jantar e DVD's.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Mau demais para ser verdade
O Madaíl quer convencer o Mourinho a treinar a selecção., noticia hoje o Record. Já não bastava o circo que vai tendo lugar num clube da segunda circular, agora é a federação. Está bem que o consumo de substâncias alucinatórias não é crime em Portugal, mas recomenda-se mesmo assim alguma moderação na dosagem.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Não fosse da minha senhora e não tivesse qualidade não colocava aqui
terça-feira, 14 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
De boas intenções está o inferno cheio
A entrada de Portugal no Euro foi saudada com entusiasmo porque se acreditava que finalmente o governo seria obrigado à disciplina orçamental. Alguns anos depois verifica-se que disciplina foi coisa que nunca existiu nos orçamentos pós-euro.
Agora rejubilam-se porque o orçamento vai passar a ser alvo de censura prévia por parte da UE. Aposto singelo contra dobrado que vai ser pior a emenda que o soneto.
A propósito de cortes no orçamento, Fareed Zakaria relatou algures que o Reagan parece que tinha como objectivo eliminar tudo quanto era despesa supérflua do orçamento americano. Falhou redondamente. Se um presidente republicano nos EUA não conseguiu eliminar despesa, porque razão um governo português (PS com ou sem D) respaldado pelos euros de Berlim, será capaz de o fazer ?
Cada vez mais me convenço que a UE foi um erro e quanto mais depressa saírmos, melhor. Ou o país cresce de forma sustentada, mesmo que devagar, ou rebenta a bolha inflada com dinheiros europeus.
Agora rejubilam-se porque o orçamento vai passar a ser alvo de censura prévia por parte da UE. Aposto singelo contra dobrado que vai ser pior a emenda que o soneto.
A propósito de cortes no orçamento, Fareed Zakaria relatou algures que o Reagan parece que tinha como objectivo eliminar tudo quanto era despesa supérflua do orçamento americano. Falhou redondamente. Se um presidente republicano nos EUA não conseguiu eliminar despesa, porque razão um governo português (PS com ou sem D) respaldado pelos euros de Berlim, será capaz de o fazer ?
Cada vez mais me convenço que a UE foi um erro e quanto mais depressa saírmos, melhor. Ou o país cresce de forma sustentada, mesmo que devagar, ou rebenta a bolha inflada com dinheiros europeus.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Pois é
"Anyhow, it would seem that we know next to nothing about this social principle, except that anything is good if it is near enough to the North", disse o Chesterton sobre a moda, na época, de glorificar as sociedades do Norte da Europa.
Entretanto vi finalmente o Death Proof do Tarantino, um bom filme em todos os aspectos, não sendo o menor o desculpar a porcaria do Inglorious Bastards. Estou em Lecce. Penso que por agora é tudo.
Entretanto vi finalmente o Death Proof do Tarantino, um bom filme em todos os aspectos, não sendo o menor o desculpar a porcaria do Inglorious Bastards. Estou em Lecce. Penso que por agora é tudo.
Ainda estamos vivos
Mais de um mês depois volto aqui à derrota. Apenas para dizer que estamos bem, fomos de férias e voltámos. Aconteceu muita coisa, mas não vale a pena contar aqui. Agora a vida continua.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
O que faz um tipo quando percebe que os últimos 5 anos de trabalho vão para o lixo ?
Abotoa a casaca, leva as bordoadas da praxe e recomeça de novo.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Alguém me desenrasca uma arca salgadeira até sexta ?
Tive o azar de tentar comprar um frigorífico na Worten e em consequência estou há uma semana sem frigorífico em casa. Mas parece que existem problemas mais importantes no país.
O Maradona, (não linko o texto que o sacana já o deve ter apagado como é seu costume) relembra que a culpa dois incêndios cai mais sobre a pobreza e ignorância das populações serranas do que pressupostos incendiários. E tem razão, mas não deixa por isso de estar errado. Tal como o Roberto não é o único culpado das derrotas do Benfica, está claro que enquanto não for imolado na praça pública o SLB não volta a pontuar. Sim, as populações serranas não conseguem rentabilizar os terrenos que ano após ano ardem por esse país fora. Mas exactamente porque as populações são pobres e ignorantes é necessário esturrar dinheiros em helicópteros e bombeiros para-militares. E quem sabe, enforcar um ou outro incendiário.
O Maradona, (não linko o texto que o sacana já o deve ter apagado como é seu costume) relembra que a culpa dois incêndios cai mais sobre a pobreza e ignorância das populações serranas do que pressupostos incendiários. E tem razão, mas não deixa por isso de estar errado. Tal como o Roberto não é o único culpado das derrotas do Benfica, está claro que enquanto não for imolado na praça pública o SLB não volta a pontuar. Sim, as populações serranas não conseguem rentabilizar os terrenos que ano após ano ardem por esse país fora. Mas exactamente porque as populações são pobres e ignorantes é necessário esturrar dinheiros em helicópteros e bombeiros para-militares. E quem sabe, enforcar um ou outro incendiário.
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