quinta-feira, 19 de abril de 2012
Estudos e relatórios
E já tens este alf?
Post profundamente (e com muito gosto) ressabiado.
A verdade é que estou demasiado cansado para os movimentos marciais que seriam necessários para enfrentar o enigma deste autêntico terramoto de subjectividade rasteira que se derrama sobre mim e os portugueses em geral. No fundo, somos sempre os piores inimigos de nós próprios, uma glória que ninguém nos tira. Podemos finalmente declarar o emporcalhamento do romance, uma forma literária que, agora sim, pode dizer-se que está morta, pelo menos em Portugal, ou, de outro modo, recusar-se-ia a ser colonizada por esta monstruosa forma de imbecilidade e saltaria para fora do livro, recusando-se a figurar por baixo do nome deste trolha dos canais temáticos. Bm sei, bem sei, não se inquietem, os cães ladram e a caravana vai a caminho do único local que verdadeiramente interessa, a saber, o reino eterno da moralidade serôdia, onde já está uma legião de inúteis cordeiros que passaram a vida a praticar cinismos e indiferenças. O problema é que este tipo de corte para canto, cheira-me a cântico litúrgico e eu sei que no último dia não ressuscitarei. Por agora, prefiro ir para os lençois brincar com a pilinha do Freud ou sonhar com um amanhã que cante, mas muito alto para se não ouvirem os gemidos do bom senso a ser torturado nas cavernas da actualidade. Deus vos proteja a todos dos maus livros.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Já lá vamos ao pensamento crítico
que agora ando ocupado com uma dúvida. Quer-se diminuir a indemnização a pagar quando se despede um trabalhador, de um mês por cada ano de casa, para meia-dúzia de dias. O argumento é simples. Diminui-se o custo de despedimento, logo diminui o custo de contractar um trabalhador.
Apesar do meu limitado entendimento, até eu consigo perceber o argumento. Para além do salário, há que incluir o custo de romper o contracto antes do tempo. Diminui-se o segundo, sem mexer no primeiro, e fica mais barato contractar pessoas. Daqui salta-se pavloviamente para a conclusão de que as empresas vão começar a contractar magotes de gente.
Mas é exactamente a conclusão que me escapa. Se fica mais fácil contractar, porque na mesma proporção se tornou menos oneroso despedir, porque é que ceteris paribus o desemprego vai diminuir em vez de aumentar ? Ou porque os dois efeitos não se anulam, ficando tudo razoavelmente na mesma ?
Ou perguntado de outra forma. Se o empregador entra com a indemenização para os custos do empregado, é porque razoavelmente considera como cenário provável o despedimento antecipado. Então porque é que se conclui que o mesmo empregador vai criar trabalho para meio mundo à segunda, só porque na terça vai despedir outro tanto ?
terça-feira, 17 de abril de 2012
Jovem, se queres ser subversivo, rebelde, e o capitalismo te assusta, não desesperes: haverá sempre a homossexualidade.

Isto significa que nós não sabemos nada de nada, nem sequer se o conhecimento crítico é realmente uma coisa importante. Só sabemos fazer coisas que operam ou desempenham acçoes no meio, mas o significado da realidade é, em termos matemáticos, uma função da nossa taxa de esforço para sobreviver, e como ninguém sabe porque razão existe vida, não estamos em condições de responder ao sentido do conhecimento que essa vida produz. A carteira do José Luís Peixoto dirá que isso do conhecimento crítico não é determinante, e a sua consciência, na segunda-feira, e após ter vestido aquela camisa negra, é até capaz de concordar, embora na quinta, e já envergando um blazer caqui, é bem capaz, por outro lado, de lançar dúvidas sobre a pertinência da liberdade comercial e o não taxamento do preço de produtos considerados nocivos à inteligência crítica. Por exemplo, o José António Saraiva, julga, e passo a citar, «ser um facto notório que a comunidade gay está a crescer». Eu julgo ser um fato notório que o José António Saraiva é uma das figuras públicas mais estúpidas e ignorantes de toda a história mundial. Mas isso é a minha opinião, e eu ando aqui apenas a ver se não levo com uma lista telefónica pelos cornos abaixo.
domingo, 15 de abril de 2012
Do pensamento crítico
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Pensamentos desorganizados porque estou a meio de um raciocínio importante.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
A minha posição
Chamo a atenção dos ouvintes para o arpejo-argumento que sucede (e desbarata qualquer dúvida, eventualmente existente, em torno dos efeitos profiláticos da regra de ouro, inscrita indirectamente na constituição, e todas as benéficas tensões macro-económicas daí resultantes, de um ponto de vista da ortodoxia monetarista neo-liberal) no preciso momento em que o relógio atinge 1 minuto e 48 segundos.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Afinal, sempre há salvação para o Instituto Superior Técnico.
Como sempre acreditei nas vantagens da racionalidade cumulativa e da computação, aqui está mais uma prova de que as inteligências sempre se encontram, sobretudo se estiverem devidamente programadas para conhecer o mundo real e não para se auto-contemplarem na mais confusa comiseração sentimental. Na verdade, nunca engoli aquela estratégia argumentativa que para depreciar a educação extensiva e intensiva do cálculo e da poesia, saca do Terceiro Reich e das suas fabulosas competências intelectuais com o intuito de arrastar pela lama os tesouros do raciocínio desta pobre espécie que tanto fez pelo planeta, ao contrário do que diz a propaganda francesa. Como todos sabem, dificilmente alguma vez na história se reuniram tantos ignorantes numa agremiação fardada como no dito Terceiro Reich, o que diz tudo sobre a capacidade crítica das pessoas que utilizam este tipo de argumentação, e estou a lembrar-me, por exemplo, do inútil do George Steiner. Quem conhecer algumas das respostas dadas pelo programa ELIZA, desenhado pelo ilustre Weizenbaum (aqui lembrado pelo ngonçalves) num exercício experimental sobre a capacidade de relacionamento sentimental de um computador, levado a cabo pelo autor do livro que encabeça este post, rapidamente se entristecerá pelo facto dos diálogos dos livros do José Luís Peixoto, e da Alexandra Jacinto do Eduardo Prado Lucas Coelho, não serem elaborados por uma máquina, o que só comprova a superioridade da razão sobre o sentimentalismo rastejante. Como estamos em maré de generosa orientação bibliográfica das massas, aproveito para interrogar, em directo, a quem de direito, se este gajo, postado aqui em cima, se recomenda ou se acabei de ser banhado pelos vertiginosos links que as máquinas me foram estendendo até que eu me deparasse com o referido volume. Eu também gosto muito do Sá Pinto, simplesmente desejo que ele vá para o caralho.Uma vénia a todos os derrotados em geral
chegou vão para lá uns 3 ou 4 anos, de um autor se pode considerar o Sporting da inteligência artificial sendo que o Raymond Kurzweil será o Pinto da Costa. Comparado com os restantes, Weizenbaum é um derrotado em todos os aspectos excepto um. Não se levava a sério. Numa entrevista confessou ter feito uma foto todo nú com a medalha que recebeu das mãos do presidente alemão porque, e passo a citar, "não tinha o smoking que mandam as regras vestir para se poder usar a medalha em público". Foi também o senhor que me deu a conhecer a Marian Anderson.
Uma vénia a todos os colegas de blogue
incluindo os que não tiraram o curso no Técnico. Chegou hoje e estou em crer que tem mais páginas que o do alf. Não que o tamanho importe.
No Técnico não se dão aulas de português
Eu não odeio o Soares, antes pelo contrário. O homem é realmente um grande político, mas eu estou convencido que é só isso. O que eu achei interessante na notícia foi o próprio comando da GNR querer abafar a coisa. O que para mim significa que o militar da gnr vai em breve conhecer a fila do desemprego. Caso contrário algo vai mal nas forças policiais.
A mudança de poder só se faz, é certo, com o apoio da força. Ignorante confesso que sou da história de Portugal e do mundo em geral, digo isto sem uma pinga de ironia, aceito que cada evento tem o seu contexto. Mas isso não invalida que sem o aval dos militares nada se faz.Podemos tentar procurar os sinais de mudança em vários sítios, ou olhar para o catalizador directamente. O arroto do militar da gnr é representativo do resto da coorporação ? Não sei, mas a polícia não anda contente e já não há dinheiro para os calar como houve nos tempos do Guterres.
Próximo. Qual é a universidade do planeta Terra que incentiva nos alunos a crítica, o pensamento independente ? Sabendo que é necessário ganhar hábitos de estudo, retórica, análise e sintese antes que sejam possíveis a crítica e o pensamento livre, e que sabendo que a minha geração passeou o cú num dolce fare niete até ao 12º ano de escolaridade, é razoável esperar que a universidade portuguesa seja capaz de motivar o aluno para algo mais que não seja o safar-se com o mínimo trabalho possível ? Triste é que apenas e só chegado à universidade é que o tuga finalmente aprenda algo que mais tarde lhe permitirá ganhar o pão. Se ele quer cultivar o pensamento livre, que o faça fora das horas de expediente e quando os putos estão a dormir.
Tudo isto para dizer que amanhã vou fazer a preparação para defesa da tese doutoramento. No IS of T. Um título académico que não me diz nada. Uma resma de pouco mais de 120 páginas, que nada acrescenta ao conhecimento humano. Então porque o faço ? Não sei bem, mas em parte porque me comprometi a fazê-lo. E se um gajo não tem palavra, não tem mais nada.
Terminemos. O Sá Pinto percebeu, sem ser preciso eu lho dizer, que o Sporting este ano apenas tem equipa para jogar como se fosse um clube da 2ª B a tentar não descer. Que os adversários sejam incapazes de ver isso, é problema deles. E ganhar ao Benfas é o mais íntimo desejo de qualquer lagarto que se preze.
Dedicado a todos aqueles que roubam o Estado, em particular (e os portugueses em geral) para comprar livros aos ingleses.
e mesmo para acabar
A fnac, naturalmente, não diligencia os prodigiosos títulos que aqui apresento.
1. A primeira prova manifesta da ignorância congénita aos licenciados pelo Instituto Superior Técnico é o seu sentido corporativo e o orgulho escondido que transportam por terem obtido uma licença, com o intuito de serem remunerados por vários desempenhos práticos e teóricos, à custa do sacrifício de um desenvolvimento integral da sua inteligência. Quem conhece um pouco dos exercícios abstractos a que são submetidos os licenciados pelo Técnico, compreende como os exercitados teriam que optar por uma de três soluções: ou o ressentimento contra a torturante falta de tempo para disfrutar da entrada na vida munidos de uma visão dos problemas orientada por extensos conhecimentos disciplinares (por exemplo, Biologia, História, Economia); ou a dignificação da vida prática e da utilização «real» dos seus conhecimentos em trabalhos «criadores de riqueza»; ou a defesa intransigente da especulação tecnológica ao serviço do «progresso» (risos, risos, risos) e da automação da vida humana (risos, risos, risos), e tudo isto envolvido no cabal respeito pela vetusta instituição onde foram manifestamente infelizes, o que só serve para apimentar a relação afectuosa que mantém, pela vida fora, com a referida instituição. Quando mais me bates, mais gosto de ti, diz Nelo Monteiro num album de 1987. Com efeito, já dizia o velho Kant que a introspecção é um ladeira que custa a subir e é sempre mais fácil dar largas à furiosa imaginação e pegar em armas contra um inimigo que nos permite saber quem somos. Julgo que não será necesário elaborar mais sobre este ponto.
2. É impressão minha ou foi feita aqui uma insinuação sobre a forma como obtenho os livros com que enriqueço a minha prodigiosa inteligência e a de todos aqueles (incluindo os licenciados pelo Instituto Superior Técnico) que têm a sorte de acompanhar (a título totalmente gracioso, numa inacreditavelmente eficiente manifestação de serviço público) a elegância do meu frasear? Em primeiro lugar, devo dizer que multiplicando por mil os livros que generosamente aqui desfilam, dificilmente o resultado escatológico dessa simples operação aritmética ultrapassaria o resultado da soma dos custos de uma hora de brincadeira científica na referida instituição de ensino técnico. Claro que é muito difícil combater os poderosos efeitos retórico-argumentativos do conceito de utilidade (como vêm, eu escolho inimigos poderosos), conceito que, curiosamente, foi forjado por pessoas que tinham tempo para pensar. A trajectória dedutiva que valoriza um tipo de trabalho publicamente pago, em relação a outros tipos de trabalho publicamente pagos, é sintomática da falta de tempo que as pessoas dedicam à introspeção da sua interferência como sujeitos de conhecimento no mundo real, tão convencidas que foram, pelas instituições que deram forma aos seus intrumentos cognitivos, da natureza linear das relações entre os custos públicos, a estrutura fiscal, e o papel reprodutivo da riqueza no agregado de vidas humanas que constitui uma comunidade política. Para desmontar esta insistente falta de clarividência, seria necessário efetuar um trabalho crítico sobre o conceito de progresso (e deixar de assumir a bolorenta enciclopédia de Diderot e D'Alembert – dois pacóvios tão fascinados pela tecnologia de produção de alfinetes como os hodiernos parolos fascinados pelas realizações de um braço robotizado – como um credo definidor das relações humanas, das leis da economia e dos critérios de justiça da república).
3. Logicamente, a relação entre a queda da monarquia e a utilização de armas por professores primários e empregados do comércio, tal como a estafada relação entre a saloiada militar montada em tanques de guerra e a deprimente combustão do regime mais parolo que vigorou em toda a Europa Ocidental, liderado por um camponês licenciado pela Universidade de Coimbra (outra produtora de ignorantes sem paralelo acima da linha do Equador) é problemática, difícil, e pouco consistente com as abundantes evidências que qualquer pessoa, com tempo e paga pelo Estado, se dê ao trabalho de recolher; factos como a evolução da distribuição monetária e o crescimento demográfico, o índice de livros importados, a descida da mortalidade infantil, o crescimento da descrença nos sacedortes, tudo coisas bastante mais significativas na alteração dos sistemas políticos do que a utilização, alegórica ou não, das armas. Tal como é muito difícil convencer o ignorante das leis da física e das deduções astronómicas, de que é a terra que se move em torno do sol e não o contrário, é muito difícil convencer o ignorante das ciências sociais de que uma arma tem um efeito alargado bastante menos poderoso do que os artifícios da linguagem ou a estrutura do parentesco. Bastaria estudar um pouquinho de lógica formal com os herdeiros de Newton, em Cambridge, e não com os burros dos Professores do Instituo Superior Técnico, para apreender os problemas relacionados com a denotação das preposições que levam à crença num dado fenómeno, e que a relação entre as séries de palavras e os factos que tornam as palavras verdadeiras, implica um trabalho profundo sobre a nossa interferência enquando operadores da lógica. A título de exmplo, gostaria de saber em que país do mundo, e em que momento das séries temporais que nos antecederam, é que o sistema político muda aparentemente, e sublinho aparentemente, sem ser pela força da armas? As razões que levam as armas a emergir é que diferem minuciosamente, e é por sabermos tão pouco sobre isso que continuamos a investir em cursos superiores técnicos (e não vou especular sobre o financiamento da ciência e a guerra porque me cheira a esquerdalho) convencidos de que resolveremos os problemas, enquanto nos afundamos alegremente, conduzidos pelos Antónios Guterres deste mundo, uma pessoa que, alegadamente, terminou o Instituto Superior Técnico com a esplendorosa média de 18 (dezoito) valores. Quanto a Mário Soares, continuo a não perceber o ódio colectivo ao maior político do século XX (exceptuando o ódio movido pelos retornados, onde a experiência de convivência com o meu retornado avô, ao contrário do meu retornado pai, serviu para desmontar, em silêncio, para não me arriscar a levar um tiro, toda a maquinaria de ressentimento contra o descolonizador-mor, um homem a quem estou eternamente grato pelo facto de me ter salvo de um nascimento em África).
4. Agora passemos ao que verdadeiramente interessa e à clarificação da única coisa que verdadeiramente me irrita. Não seria necessário colocar Torres ou Nené (não cheguei a tempo de ver jogar nenhum deles) mas simplesmente tirar Cardozo do campo. Em Londres, quando Cardozo saiu, o Benfica passou a jogar o dobro e se Jesus saisse do banco, passaria a jogar o triplo. No entanto, constato com grande prazer que, mais uma vez, o Sporting se afunda a caminho da extinção, comemorando, não já o segundo lugar à frente do Benfica, mas o quarto (ou quinto) lugar atrás do Benfica, desde que pelo meio apareça uma qualquer vitória alcançada com os joelhos condoídos de Rui Patrício, as dores de Xandão, a fina educação de João Pereira, e a inestimável certidão de nascimento de Artur Soares Dias, produzida,entre champanhe e aplausos, há já algumas décadas, no Distrito do Porto. E já agora, o Sá Pinto que vá para o caralho.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Efeitos prácticos da crise (II)
Efeitos prácticos da crise
E mete quem ? O Néné ? O Torres ?
Chamo a atenção para a vontade do comando da GNR em deixar o assunto morrer. Tão certo como o Djaló não marcar um golo nas 4 épocas que lhe restam de contracto, amanhã vão-se descobrir no carro do dito gnr, 30 Kg de coca na mala, 5 mil pastilhas de ecstasy no pneu sobressalente e provas irrefutáveis de participação no atentado ao Sá Carneiro no compartimento das luvas.
Que eu saiba, e a ignorância própria de quem nasceu antes de 1980 e se formou no Instituto Superior Técnico não permite saber muito, nunca em Portugal o poder mudou sem ter as costas quentes pelas armas. Um gnr não faz a revolução, longe disso, mas todas as gotas ajudam. Basta lembrar que bastou o Buiça ter tiro certeiro para a monarquia cair. E ao Estado Novo bastou o odor das g3's oleadas pelo uso em África.
Agobia-me sim, não saber o virá depois e saber as vergonhas que se vão cometer durante. Mas isso são outras conversas. Esperemos que o Sá Pinto não vá para o caralho, e que a crítica literária feita neste blogue seja à custa de livros gamados na Fnac.
Tira o Cardozo, caralho.
sábado, 31 de março de 2012
Realidade (3)
O rapaz que me leva onde preciso ir, aqui onde me encontro, contou-me que o presidente (dono do pais, palavras dele) tem centenas de casas. Acabou a suspirar que queria apenas um quarto, enquanto se desviava do carro em contra mão. Aqui o BPN é brincadeira.
quinta-feira, 29 de março de 2012
A escola é quem mais ordena

quarta-feira, 28 de março de 2012
Doce morte, irmã do sono.
terça-feira, 27 de março de 2012
Realidade (2)
Realidade (1)
Cada jornalista vergastado representa um bem inestimável.

sexta-feira, 23 de março de 2012
O sporting enquanto filosofia de via
No próprio dia, tiveram um gostinho de violência, mas lá está, na desagradável posição de recebedores. Agora andam a queixar-se. Mas de quê ? Não queriam violência ? Estaremos nós a assistir à sportinguização dos movimentos radicais ?






