segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Não sei se já referi isto neste espaço de cultura, mas a Inês Fonseca Santos desorganiza todos os nossos esforços de construção de uma personalidade, digamos, reponsável

Parafraseando Herberto Helder, «o extremo poder dos símbolos reside em que eles, além de concentrarem maior energia que o espectáculo difuso do acontecimento real, possuem a força expansiva suficiente para captar tão vasto espaço da realidade que a significação a extrair deles ganha a riqueza múltipla e multiplicadora da ambiguidade», ou se quisermos recorrer a um tema popularizado por Marco Paulo, «quando você vem com essa cara de menina levada para a brincadeira, dá-me um arrepio na pele (...)». Não era esta a teoria de Kafka sobre a leitura dos livros fundamentais?

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