quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

A fenomenologia da cartolina: autorreferencialidade e confusão em Maria Gabriela Llansol e Bruno de Carvalho


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3 comentários:

binary solo disse...

proponho que este post seja escolhido o melhor de 2016, talvez o de sempre. isto devia ir para os livros da escola. que bem esgalhado

Anónimo disse...

"A escrita da autora de Da Sebe ao Ser é, como sempre, o resultado de uma interpenetração de realidades emergentes do fluir vivencial, com um pensamento que as interroga, que não pára de as auscultar, recebendo-as numa fértil e interminável torrente de pulsar fenomenológico."

vou marcar umas sessões de fisioterapia cognitiva para recuperar do trauma causado pelo exercício de tentar ler/compreender/digerir/auscultar/interpenetrar esta fenomenológica frase.

com grande pena minha, não consegui ler o texto todo. aliás, temos pela sanidade de quem tente. as fotos de vale e azevedo II não ajudam. sugiro ilustrar o próximo post com fotografias de ruben e/ou nélson semedo.

alf disse...

Essa ideia do ruben e/ou nelson semedo é detentora de um certo fulgor - uma vibração do Vivo, pois a vibração do morto pode provocar entorses - e julgo mesmo termos diante de nós uma nova forma de encarar e forçar os limites da linguagem, isto é, por meio de uma decorrência oblíqua da intersecção, não justaposta, dos singulares e irredutíveis rostos de jogadores de futebol. Na verdade, estaremos a falar dos sujeitos discursivos, jogadores que em vários momentos do jogo, recorrem a distorções ou efeitos especiais para enganar o adversário e fazer golo. Só não me peçam para ir a reuniões políticas na Arrábida todo nu.