Apresento aqui a minha posição relativamente ao debate sobre o Tratado Orçamental Europeu, que neste exacto e preciso momento decorre, com assinalável altitude intelectual e elevação democrática, no seio materno da Casa da Democracia. Senhoras e Senhores, convosco, em qualquer televisão, de preferência sem som, entre o triângulo resplendoroso de uma chamuça e a elegância melancólica (e este é, sem margem para hesitações, o melhor adjectivo de todos os tempos) de uma refrescante imperial, repito, convosco, o reverendíssimo e excelentíssimo Parlamento da República Constitucional Portuguesa.
A minha posição.
Chamo a atenção dos ouvintes para o arpejo-argumento que sucede (e desbarata qualquer dúvida, eventualmente existente, em torno dos efeitos profiláticos da regra de ouro, inscrita indirectamente na constituição, e todas as benéficas tensões macro-económicas daí resultantes, de um ponto de vista da ortodoxia monetarista neo-liberal) no preciso momento em que o relógio atinge 1 minuto e 48 segundos.
Chamo a atenção dos ouvintes para o arpejo-argumento que sucede (e desbarata qualquer dúvida, eventualmente existente, em torno dos efeitos profiláticos da regra de ouro, inscrita indirectamente na constituição, e todas as benéficas tensões macro-económicas daí resultantes, de um ponto de vista da ortodoxia monetarista neo-liberal) no preciso momento em que o relógio atinge 1 minuto e 48 segundos.
2 comentários:
Hoje por casualidade pela hora deste seu post, discutia que seria interessante acabar com o parlamento inútil que se conhece e converter o espaço da Assembleia num hotel e apartamentos de luxo ...
deputados enviados para o desemprego sem direito a nada.
e o
parlamento passaria a uma plataforma na blogo e mais nada :)))
pois eu preferia uma democracia sem peneiras a (mais...) um "hotel de charme"
(alguns dos que deputaram pela blogo já lá estão...)
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